{"id":106,"date":"2011-01-11T01:56:00","date_gmt":"2011-01-11T01:56:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.analisebioenergetica.com\/site\/?p=106"},"modified":"2011-01-11T01:56:00","modified_gmt":"2011-01-11T01:56:00","slug":"cinesioterapia-ocular","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/analisebioenergetica.org\/es\/cinesioterapia-ocular\/","title":{"rendered":"CINESIOTERAPIA OCULAR"},"content":{"rendered":"<div id=\"fb-root\"><\/div>\n<p>    14 &#8211; T\u00edtulo do trabalho<br \/>    CINESIOTERAPIA OCULAR\u00ae<\/p>\n<p>Irene Cardotti<br \/>Psic\u00f3loga, Psicoterapeuta Corporal (International Institute for Bioenergetic Analysis \u2013 New York \u2013 CBT e International Institute for Byosynthesis \u2013 Zurich \u2013 CBI). Psicoterapeuta familiar sist\u00eamica, Membro do Instituto de Bert Heling de Constela\u00e7\u00e3o Familiar e Psicodramatista. Terapeuta do m\u00e9todo Self-Healing Meir Schneider (School for Self-Healing \u2013 San Francisco \u2013 Calif\u00f3rnia \u2013 USA) e do Instituto de An\u00e1lise Bioenerg\u00e9tica de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>    1. Introdu\u00e7\u00e3o<br \/>    2. Cinesioterapia Ocular<br \/>    3. Fisiologia da Vis\u00e3o<br \/>    a. Musculatura<br \/>    b. Partes<br \/>    c. Fun\u00e7\u00f5es<br \/>    4. Atua\u00e7\u00e3o da Psicoterapia<br \/>    a. Mudan\u00e7a dos Padr\u00f5es<br \/>    b. Patologias<br \/>    c. Avalia\u00e7\u00e3o do Paciente<br \/>    d. Proposta de Trabalho<br \/>    5. Resultados Obtidos<br \/>    6. Bibliografia<\/p>\n<p>1. Introdu\u00e7\u00e3o<br \/>Bioenerg\u00e9tica e Self-Healing s\u00e3o modalidades de terapias corporais. A utiliza\u00e7\u00e3o dessas duas modalidades de terapias em conjunto se deve ao fato de que o fundamento b\u00e1sico de ambas \u00e9 o relaxamento das tens\u00f5es musculares, desde perspectivas diferentes.<br \/>Em ambas busca-se dissolver os pontos de maior ac\u00famulo de tens\u00f5es f\u00edsicas e emocionais, utilizando-se de exerc\u00edcios espec\u00edficos que constituem um trabalho integrado para mente-corpo, no qual se aprende a reconhecer os padr\u00f5es posturais e de movimento, e a conect\u00e1-los com suas tens\u00f5es e processos patol\u00f3gicos.<br \/>Este trabalho ir\u00e1 demonstrar como podemos incitar a consci\u00eancia do processo de auto-tratamento &#8211; focado nas patologias da VIS\u00c3O &#8211; fazendo com que o indiv\u00edduo experimente diferentes n\u00edveis de relaxamento, melhorando suas fun\u00e7\u00f5es corporais, ampliando seu bem-estar, obtendo o mais alto grau de proveito poss\u00edvel da vida que h\u00e1 em seu corpo, particularmente em seus olhos.<br \/>Para as atividades desenvolvidas e trabalhos propostos no decorrer desta experi\u00eancia profissional denominamos esta terapia como: Cinesioterapia Ocular.<\/p>\n<p>2. Cinesioterapia Ocular<\/p>\n<p>Cinesioterapia: Modalidade de tratamento de doen\u00e7as ou de suas conseq\u00fc\u00eancias mediante a promo\u00e7\u00e3o por parte do doente, de movimentos ativos ou passivos usando recursos diversos como massagem, exerc\u00edcios, reeduca\u00e7\u00e3o funcional.<\/p>\n<p>Terapia visual, onde o profissional atua no tratamento das defici\u00eancias visuais e patologias da vis\u00e3o.<br \/>Atrav\u00e9s de movimentos corporais, exerc\u00edcios de respira\u00e7\u00e3o, exerc\u00edcios ativos e passivos, relaxamento e massagem o paciente passa a ter consci\u00eancia de sua capacidade em obter ganhos para a sa\u00fade de seus olhos, aprendendo a distinguir os padr\u00f5es de movimento de seu corpo e seus olhos e a conect\u00e1-los com suas tens\u00f5es, sejam elas f\u00edsicas, mentais ou emocionais, fazendo um melhor uso de sua vis\u00e3o e de seu corpo.<br \/>Respira\u00e7\u00e3o &#8211; Ampliar a respira\u00e7\u00e3o e senti-la lenta e confort\u00e1vel possibilita melhor circula\u00e7\u00e3o para todo o corpo, inclusive para os olhos. Alongamentos e massagem ajudam a soltar os m\u00fasculos e aumenta a circula\u00e7\u00e3o. A respira\u00e7\u00e3o lenta e profunda e uma circula\u00e7\u00e3o mais intensa propiciam uma melhor fun\u00e7\u00e3o do sistema parassimp\u00e1tico.<br \/>Sistema nervoso parassimp\u00e1tico \u2013 As divis\u00f5es funcionais simp\u00e1tica e parassimp\u00e1tica fazem parte do sistema nervoso aut\u00f4nomo que regula nossas atividades autom\u00e1ticas como a respira\u00e7\u00e3o e circula\u00e7\u00e3o sangu\u00ednea. Esses dois sistemas desempenham fun\u00e7\u00f5es opostas e devem trabalhar equilibradamente para n\u00e3o sobrecarregar nenhum \u00f3rg\u00e3o. O medo e o estresse sobrecarregam o sistema simp\u00e1tico, dessa forma \u00e9 importante ativar a respira\u00e7\u00e3o lenta e o sistema parassimp\u00e1tico \u2013 que comanda o relaxamento \u2013 como ferramentas para o al\u00edvio e equil\u00edbrio dos dois sistemas.<br \/>3. Fisiologia da Vis\u00e3o<\/p>\n<p>Anatomia do olho<\/p>\n<p>O olho \u00e9 composto na parte anterior pela C\u00d3RNEA (1) \u2013 membrana transparente que participa do processo de refra\u00e7\u00e3o da luz.<br \/>ESCLERA (2) \u2013 membrana branca, dura, que protege a parte anterior do olho.<br \/>\u00cdris \u2013 \u00e9 uma esp\u00e9cie de diafragma que cont\u00e9m pigmentos que d\u00e3o cor ao olho e que pode abrir e fechar permitindo a maior ou menor entrada de luz.<br \/>O espa\u00e7o vazio da \u00edris \u00e9 o que chamamos de PUPILA (3), que \u00e9 de cor pretaem todos os olhos. Atr\u00e1s da \u00edris est\u00e1 o cristalino<\/p>\n<p>CRISTALINO (4) \u2013 \u00e9 uma lente natural convexa que determina a melhor imagem na c\u00e2mara posterior do olho. Por ser uma lente convexa produz uma imagem invertido do objeto. Para que uma imagem possa ser percebida em foco \u00e9 necess\u00e1ria a a\u00e7\u00e3o dos M\u00daSCULOS CILIARES (5) que modificam a forma do cristalino para dar foco \u00e0 imagem. No processamento do foco entram os m\u00fasculos externos do olho que v\u00e3o participar do processo de focalizar melhor o objeto. Os m\u00fasculos ciliares com o envelhecimento eles perdem sua elasticidade, dificultando a focagem dos objetos pr\u00f3ximos e provocando uma defici\u00eancia chamada de presbiopia (vida cansada).<br \/>Cristalino: Repouso \u00e9 mais circular, estimulado \u00e9 mais convexo.<br \/>O maior ou menor poder de refra\u00e7\u00e3o do cristalino \u00e9 causado pela a\u00e7\u00e3o dos m\u00fasculos ciliares cuja a\u00e7\u00e3o \u00e9 involunt\u00e1ria.<br \/>REFRA\u00c7\u00c3O \u2013 \u00e9 o poder de uma lente convexa que faz com que a luz que incide nela saia com uma inclina\u00e7\u00e3o que ser\u00e1 maior na medida da convexidade da lente.<br \/>HUMOR AQUOSO (6) \u2013 \u00e9 uma subst\u00e2ncia l\u00edquida que preenche a c\u00e2mara anterior do olho e fornece nutrientes para a c\u00f3rnea.<br \/>CORPO V\u00cdTREO (7) \u2013 \u00e9 uma subst\u00e2ncia gelatinosa na qual h\u00e1 uma rede de finas fibrilas de col\u00e1geno. Este gel incolor ocupa o espa\u00e7o denominado c\u00e2mara v\u00edtrea, entre o cristalino e a retina.<br \/>RETINA (8)\u2013 \u00e9 a estrutura mais interna do olho que recebe a mensagem sensorial. \u00c9 destinada a receber a luz, transform\u00e1-la em mensagem neural e enviar esse est\u00edmulo ao c\u00e9rebro para a imagem ser processada. A retina nos d\u00e1 dois tipos de vis\u00e3o: vis\u00e3o central e vis\u00e3o perif\u00e9rica.<\/p>\n<p>M\u00daSCULOS CILIARES \u2013 s\u00e3o m\u00fasculos que seguram o cristalino, desempenhando um papel importante na acomoda\u00e7\u00e3o da vis\u00e3o. Acomoda\u00e7\u00e3o: \u00e9 o fen\u00f4meno respons\u00e1vel por manter a imagem n\u00edtida sobre a retina, independentemente da dist\u00e2ncia entre o olho e o objeto.<br \/>M\u00daSCULOS EXTR\u00cdNSECOS \u2013 s\u00e3o respons\u00e1veis pela movimenta\u00e7\u00e3o do globo ocular, sendo quatro retos e dois obl\u00edquos.<br \/>VIS\u00c3O CENTRAL \u2013 \u00e9 composta por c\u00e9lulas cones, n\u00edtida, \u00e9 poss\u00edvel pela acomoda\u00e7\u00e3o da imagem sobre a m\u00e1cula (M\u00e1cula \u00e9 o ponto central da retina \u2013 \u00e9 a regi\u00e3o que distingue detalhes no meio do campo visual).<br \/>VIS\u00c3O PERIF\u00c9RICA \u2013 composta por c\u00e9lulas bastonetes, vis\u00e3o de conjunto, respons\u00e1vel pela vis\u00e3o noturna e localiza\u00e7\u00e3o no espa\u00e7o, devido a ser menor a sensibilidade da retina quando se destina da m\u00e1cula.<\/p>\n<p>4. Atua\u00e7\u00e3o da Psicoterapia<br \/>Mudan\u00e7a dos Padr\u00f5es<br \/>Os padr\u00f5es mental, emocional e muscular s\u00e3o influenciados de acordo com a melhora ou piora da vis\u00e3o.<br \/>A atua\u00e7\u00e3o da psicoterapia muda a forma de lidar com a vida internamente e externamente.<br \/>Pode parecer um paradoxo, mas voltar a enxergar pode ser t\u00e3o dif\u00edcil como perder a vis\u00e3o, visto as dificuldades em enxergar a realidade da vida.<br \/>Nossas percep\u00e7\u00f5es e sensa\u00e7\u00f5es podem se \u201ccongelar\u201d se nos deixarmos ficar insens\u00edveis ou entorpecidos com o que vemos, ouvimos e sentimos. O distanciamento emocional ou mental do ambiente que nos cerca pode ser eficaz em amenizar nossas percep\u00e7\u00f5es, como se realmente tiv\u00e9ssemos abandonado o ambiente, isso pode ser dito como a express\u00e3o: Vendo sem ver. Ocorre porque os olhos n\u00e3o est\u00e3o integrados no trabalho da mente tornando-se fixo, desfocado e inexpressivo, \u00e9 um fato observado pela maioria das pessoas que tem problemas visuais que emo\u00e7\u00f5es negativas como medo e raiva, diminuem a capacidade visual.<br \/>Se esta diminui\u00e7\u00e3o acontece com muita freq\u00fc\u00eancia pode ocasionar o que se chama \u201cCegueira Funcional\u201d. Como exemplo podemos relatar casos como os de soldados que, ao sofrerem um medo muito grande sem poder manifest\u00e1-lo, apresentaram a cegueira funcional, quando se constatou n\u00e3o haver les\u00e3o nos olhos e nem no c\u00e9rebro que justificasse a falta de vis\u00e3o.<br \/>Se de um lado as emo\u00e7\u00f5es negativas diminuem a vis\u00e3o podemos esperar que durante uma situa\u00e7\u00e3o de psicoterapia na qual s\u00e3o estimuladas para tomar consci\u00eancia do que enxergam, num clima de afeto e respeito essas pessoas dever\u00e3o ter uma melhora maior ou menor de sua capacidade visual.<br \/>O anel visual com esses exerc\u00edcios \u00e9 beneficiado.<br \/>GROUNDING \u2013 o indiv\u00edduo conectado com o ch\u00e3o aumenta a carga energ\u00e9tica dos olhos. A pessoa que n\u00e3o est\u00e1 conectada com a terra fica sem poder discernir ilus\u00e3o do real.<br \/>Associa\u00e7\u00e3o dos olhos aos diversos tipos de car\u00e1ter:<br \/>Cada car\u00e1ter tem uma express\u00e3o t\u00edpica<br \/>ESQUIZ\u00d3IDE: olhar vago. Recomenda-se exerc\u00edcio de foco de detalhes, com isso o olhar fica focado na realidade.<br \/>ORAL: olhar suplicante. O exerc\u00edcio de foco e de periferia vai fazer perceber o outro e a realidade.<br \/>PSICOP\u00c1TICO A: olhar duro e penetrante. O exerc\u00edcio de detalhes d\u00e1 suavidade no olhar. B: \u201cvago\u201d. O exerc\u00edcio de leveza e focar.<br \/>MASOQUISTA: dor e sofrimento, pode ter express\u00e3o de confus\u00e3o. Recomenda-se os exerc\u00edcios de shifiting, leveza, suavidade, foco que ajudam a dar maior clareza.<br \/>R\u00cdGIDO: olhos brilhantes mas duro. Exerc\u00edcio de suavizar e perceber melhor o outro.<\/p>\n<p>O objetivo terap\u00eautico \u00e9 a dissolu\u00e7\u00e3o das tens\u00f5es e o maior fluir da energia para os olhos. H\u00e1 casos em que o conflito dos olhos desloca-se para o olho todo.<br \/>Caminhos energ\u00e9ticos para os olhos.<br \/>1 \u2013 Cora\u00e7\u00e3o<br \/>2 \u2013 Costas<br \/>3 \u2013 Base do c\u00e9rebro<\/p>\n<p>Efeitos da Cinesioterapia Ocular e Bioenerg\u00e9tica<br \/>? Promove a integra\u00e7\u00e3o dos aspectos emocionais com os cognitivos e fisiol\u00f3gicos.<br \/>? Acentua a circula\u00e7\u00e3o de energia atrav\u00e9s da remo\u00e7\u00e3o dos bloqueios<br \/>? Mais grounding<br \/>? Mais conex\u00e3o com a realidade<br \/>? Maior integra\u00e7\u00e3o pessoal<br \/>? Melhora sua aten\u00e7\u00e3o<br \/>? Facilita o \u201cfocalizar\u201d, diminuindo a ansiedade, ang\u00fastia e depress\u00e3o.<\/p>\n<p>Avalia\u00e7\u00e3o do Paciente<br \/>Leitura corporal do paciente.<br \/>Levantamento do perfil do paciente, considerando suas atividades, hist\u00f3rico familiar, h\u00e1bitos do cotidiano.<br \/>Onde pode existir ac\u00famulo de tens\u00f5es musculares.<br \/>Identifica\u00e7\u00e3o da patologia e poss\u00edveis causas, que podem ser gen\u00e9ticas, acidental, emocional ou senil.<br \/>Constata\u00e7\u00e3o do res\u00edduo visual.<\/p>\n<p>Patologias<br \/>? Degenera\u00e7\u00e3o de m\u00e1cula.<br \/>\u00c9 a degenera\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas cone, do centro da retina, na regi\u00e3o chamada m\u00e1cula, que \u00e9 onde a vis\u00e3o \u00e9 mais detalhada.<br \/>? Catarata<br \/>\u00c9 uma opacidade do cristalino ou de parte dele, acarretando o emba\u00e7amento da vis\u00e3o.<br \/>? Miopia<br \/>\u00c9 a incapacidade para ver objetos distantes claramente por ser geralmente o globo ocular demasiado longo.<br \/>? Astigmatismo<br \/>\u00c9 uma condi\u00e7\u00e3o causada pela tens\u00e3o desigual dos m\u00fasculos extr\u00ednsecos que seguram o globo ocular, gerando imagens borradas, \u00e0s vezes tamb\u00e9m h\u00e1 uma irregularidade da c\u00f3rnea ou do cristalino.<br \/>? Hipermetropia<br \/>Significa a incapacidade de ver objetos pr\u00f3ximos com nitidez, devido a um globo ocular curto.<br \/>? Nistagmo<br \/>\u00c9 o movimento ocular oscilat\u00f3rio e involunt\u00e1rio, resultando numa vis\u00e3o fraca e podendo apresentar ao mesmo tempo miopia, astigmatismo e vis\u00e3o dupla<br \/>? Acromatopsia incompleta<br \/>\u00c9 uma disfun\u00e7\u00e3o estacion\u00e1ria das c\u00e9lulas cone.<\/p>\n<p>? Glaucoma<br \/>Patologia que pode levar a uma degenera\u00e7\u00e3o das fibras do nervo \u00f3tico, decorrente do aumento da press\u00e3o intra-ocular, o que \u00e9 devido a um desequil\u00edbrio entre a forma\u00e7\u00e3o do humor aquoso e seu escoamento.<br \/>? Descolamento de Retina<br \/>O descolamento da retina ocorre quando esta camada separa-se da cor\u00f3ide.<br \/>? Estrabismo<br \/>\u00c9 decorrente de um problema de desequil\u00edbrio na motilidade ocular e pode ser de causa desconhecida, devido acidentes de carro ou acidentes vasculares ou ainda decorrente de erros de refra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Proposta de Trabalho<\/p>\n<p>Para compreender a rela\u00e7\u00e3o olho-corpo necessitamos experiment\u00e1-la cinestesicamente. Como sentimos o ato de ver? A maior parte do tempo n\u00e3o temos consci\u00eancia dele; sentimos os efeitos do ato de ver apenas ap\u00f3s o fato, na forma de esfor\u00e7o ocular, fadiga do olho, tens\u00e3o no pesco\u00e7o e outros problemas relacionados. \u00c9 poss\u00edvel, entretanto, aprender a sentir imediatamente quando for\u00e7amos nossos olhos ou os m\u00fasculos ao seu redor e impedirmos a n\u00f3s mesmos de prosseguir com este h\u00e1bito.<br \/>Um passo inicial para os exerc\u00edcios visuais \u00e9 a massagem do rosto que deve ser feita antes do espalmar. Essa massagem facial \u00e9 feita friccionando as m\u00e3os at\u00e9 ficarem quentes, massageando em seguida a face com as pontas dos dedos, suavemente no in\u00edcio e ap\u00f3s mais firmemente assim que os m\u00fasculos faciais come\u00e7arem a se aquecer; a press\u00e3o inicial deve ser apenas suficientemente firme para sentir se um lugar \u00e9 tenso ou doloroso, mas n\u00e3o forte o suficiente para piorar a dor, tocando cada \u00e1rea da face separadamente, observando o toque e qual efeito provoca, isto \u00e9, uma tens\u00e3o mais profunda, uma rigidez, uma sensa\u00e7\u00e3o agrad\u00e1vel de al\u00edvio ou de entorpecimento &#8211; que tamb\u00e9m \u00e9 uma sensa\u00e7\u00e3o. Para Lowen e Reich a massagem aumenta a circula\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas.<br \/>A massagem \u00e9 feita em todo o rosto e tem como objetivo aumentar o sentido cinest\u00e9sico dos olhos e fortalecer os tecidos ao redor dos olhos.<br \/>Outro passo \u00e9 massagear o m\u00fasculo esternoclidomast\u00f3ideo que tem inser\u00e7\u00f5es atr\u00e1s da orelha, na clav\u00edcula e no esterno. \u00c9 um dos m\u00fasculos que sustentam a cabe\u00e7a, por isso \u00e9 necess\u00e1rio massage\u00e1-lo antes de come\u00e7ar a fazer o exerc\u00edcio de rota\u00e7\u00e3o da cabe\u00e7a.<br \/>Rota\u00e7\u00e3o da cabe\u00e7a \u2013 pequenos c\u00edrculos com a cabe\u00e7a s\u00e3o feitos lentamente para conseguir um melhor relaxamento das tens\u00f5es.<br \/>Necessidade dos olhos<br \/>Os olhos s\u00e3o permanentemente usados durante todo o tempo que estamos despertos, mesmo quando dormimos os olhos tamb\u00e9m trabalham no momento em que sonhamos, observando movimentos r\u00e1pidos dos olhos (REM). Tendo isso em vista \u00e9 importante que pessoas que trabalham continuamente com a vis\u00e3o devam fazer no m\u00ednimo de cinco a dez minutos de descanso.<br \/>Exerc\u00edcio de espalmar<br \/>Neste exerc\u00edcio deve-se friccionar as palmas das m\u00e3os at\u00e9 sentir que est\u00e3o quentes, colocando-as depois em forma de concha em cima dos olhos fechados. Esse exerc\u00edcio feito durante dez minutos proporciona um bom descanso para os olhos, pois atua no relaxamento de todo o globo ocular. Pode ser feito em qualquer lugar, mas, se for feito num local totalmente escuro o resultado ser\u00e1 muito mais eficaz. O objetivo desse exerc\u00edcio \u00e9 o relaxamento atrav\u00e9s da escurid\u00e3o sem nenhum esfor\u00e7o. Para isso deve-se visualizar mentalmente que o ar que se inspira \u00e9 negro e emite esta cor para todo o corpo, esta visualiza\u00e7\u00e3o permite o relaxamento dos olhos e do nervo \u00f3tico.<br \/>Ensolar<br \/>\u00c9 importante enfatizar que a luz \u00e9 importante para os olhos. O exerc\u00edcio ensolar (sunny) deve ser feito at\u00e9 \u00e0s 10 horas da manh\u00e3 e ap\u00f3s as 16 horas. N\u00e3o atrav\u00e9s de vidro.<br \/>O exerc\u00edcio consiste em, com os olhos fechados, virar o rosto um pouco para cima em dire\u00e7\u00e3o ao sol, de modo que ele brilhe diretamente sobre as p\u00e1lpebras fechadas, movendo em seguida lentamente a cabe\u00e7a de um lado para o outro, do ombro esquerdo para o direito. O exerc\u00edcio deve ser feito por aproximadamente tr\u00eas minutos cada etapa, em seguida, deve-se virar de costa para o sol, fazendo e exerc\u00edcio de espalmar. O exerc\u00edcio deve ser feito v\u00e1rias vezes, alternando o ensolar com o espalmar. Repetindo essa seq\u00fc\u00eancia ser\u00e1 poss\u00edvel dar mais flexibilidade aos olhos, seu nervo \u00f3tico vai ficar apto a receber est\u00edmulos mais confortavelmente e a descansar ap\u00f3s receb\u00ea-los.<\/p>\n<p>5. Resultados obtidos<br \/>Depoimentos de pacientes em v\u00eddeo.<\/p>\n<p>6. Bibliografia<\/p>\n<p>&#8211; SCHNEIDER, Meir ; LARXIN, Maureen; SCHNEIDER, Dror. Manual de Autocura, m\u00e9todo self-healing. Trad. Clara A Colotto. S\u00e3o Paulo. Triom.1998<\/p>\n<p>&#8211; SCHNEIDER, Meir ; LARXIN, Maureen; SCHNEIDER, Dror. Manual e Autocura 2a parte, Patologias Espec\u00edficas, m\u00e9todo self-healing. Trad. Clara A Colotto. S\u00e3o Paulo. Triom.1998<\/p>\n<p>&#8211; LOWEN, Alexander. Bioenerg\u00e9tica. 8a edi\u00e7\u00e3o. Trad. Maria S\u00edlvia Mour\u00e3o Netto. S\u00e3o Paulo: Summus. 1982.<\/p>\n<p>&#8211; MOORE, Keith L. Anatomia orientada para a Cl\u00ednica. 3a edi\u00e7\u00e3o. Guanabara Koogan S. A.<\/p>\n<p>&#8211; YOKOCHI, Rohen ; L\u00dcTJEN \u2013 DRECOLL. Anatomia Humana Atlas fotogr\u00e1fico de anatomia sist\u00eamica e regional. 4a edi\u00e7\u00e3o. Manole ltda.<\/p>\n<p>&#8211; VAUGHAN, Daniel G. ; ASBURY, Taylor ; RIORDAN-EVA, Paul . Trad. Renato L.. Oftalmologia Geral. 4a edi\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Atheneu Editora, 1997.<\/p>\n<p>Endere\u00e7o Atendimento<\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo<br \/>Rua Avar\u00e9 44<br \/>CEP 01243-030<br \/>Tel: (55) (11) 3661-8521 &#8211; Consult\u00f3rio<br \/>Fax: (55) (11) 3663-0531<\/p>\n<p>Americana<br \/>Rua Brigadeiro Faria Lima 144<br \/>Tel: (55) (19) 3462-5483 \u2013 Consult\u00f3rio<\/p>\n<p>E-mail: irenecardotti@uol.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>14 &#8211; T\u00edtulo do trabalho CINESIOTERAPIA OCULAR\u00ae Irene CardottiPsic\u00f3loga, Psicoterapeuta Corporal (International Institute for Bioenergetic Analysis \u2013 New York \u2013 CBT e International Institute for Byosynthesis<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":340,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[19],"tags":[],"class_list":["post-106","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-congresso-2003"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/analisebioenergetica.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/106","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/analisebioenergetica.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/analisebioenergetica.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/analisebioenergetica.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/analisebioenergetica.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=106"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/analisebioenergetica.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/106\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/analisebioenergetica.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/media\/340"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/analisebioenergetica.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=106"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/analisebioenergetica.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=106"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/analisebioenergetica.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=106"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}