{"id":103,"date":"2011-01-11T01:53:00","date_gmt":"2011-01-11T01:53:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.analisebioenergetica.com\/site\/?p=103"},"modified":"2011-01-11T01:53:00","modified_gmt":"2011-01-11T01:53:00","slug":"consciencia-corporal-escola-e-disciplina-reflexoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/analisebioenergetica.org\/es\/consciencia-corporal-escola-e-disciplina-reflexoes\/","title":{"rendered":"CONSCI\u00caNCIA CORPORAL, ESCOLA E DISCIPLINA: REFLEX\u00d5ES"},"content":{"rendered":"<div id=\"fb-root\"><\/div>\n<p>    17 &#8211; T\u00edtulo do trabalho<br \/>    CONSCI\u00caNCIA CORPORAL, ESCOLA E DISCIPLINA: REFLEX\u00d5ES<\/p>\n<p>Ana Maria Mendez Gonz\u00e1lez<br \/>anagon@uol.com.br<\/p>\n<p>Comunica\u00e7\u00e3o verbal<\/p>\n<p>A) IMPLICA\u00c7\u00d5ES PR\u00c1TICAS<br \/>A percep\u00e7\u00e3o da import\u00e2ncia do trabalho corporal em sala de aula, aconteceu devagar, ao longo de uma dezena de anos de atividades com grupos de professores.<br \/>O objetivo dessas atividades grupais com professores era inicialmente conduzi-los \u00e0 compreens\u00e3o da import\u00e2ncia da consci\u00eancia corporal e, com esse recurso, ajud\u00e1-lo a aliviar suas tens\u00f5es f\u00edsicas e emocionais. O caminho foi dif\u00edcil, porque os grupos n\u00e3o entendiam ou n\u00e3o podiam entender sobre o que eu tentava lhes falar.Alguns participantes j\u00e1 se exercitavam em caminhadas, gin\u00e1sticas, yoga, artes marciais e acreditavam que, \u00e0s informa\u00e7\u00f5es de que dispunham, eu nada iria lhes acrescentar, visto que j\u00e1 sabiam do que eu tratava. O engano era inevit\u00e1vel, visto que consci\u00eancia corporal n\u00e3o prescinde de certa reflex\u00e3o, ausente das atividades corporais que se desenvolvem atualmente em suas variadas formas. Tal reflex\u00e3o inclui fundamentalmente as conseq\u00fc\u00eancias do trabalho sobre o corpo, e a liga\u00e7\u00e3o entre esse trabalho e o comportamento e as emo\u00e7\u00f5es das pessoas. Tal pr\u00e1tica, parece-me, n\u00e3o \u00e9 muito comum de se observar nas atividades de que o p\u00fablico disp\u00f5e atualmente. Ou seja, exercitar-se nos diferentes trabalhos poss\u00edveis de corpo, n\u00e3o significa necessariamente ter consci\u00eancia corporal. Isso foi uma constata\u00e7\u00e3o que fiz tamb\u00e9m no trabalho cl\u00ednico, em consult\u00f3rio, com pessoas provenientes de \u00e1reas em que se podia supor, inicialmente, que j\u00e1 dispusessem desse h\u00e1bito, tais como bailarinas, praticantes de artes marciais em geral e desportistas.<br \/>O aspecto de reflex\u00e3o \u00e9 muito importante, em se tratando dos objetivos estabelecidos com os grupos de professores. As caracter\u00edsticas do trabalho docente indicam a necessidade de informa\u00e7\u00f5es objetivas a respeito do funcionamento do corpo e de incorporar tais atividades em um significado elaborado em rela\u00e7\u00e3o a sua pr\u00e1tica profissional. \u00c9 vis\u00edvel o ac\u00famulo de estresse, durante o desenrolar do processo educacional, nos sintomas que surgem no per\u00edodo de provas finais do per\u00edodo letivo. As quest\u00f5es de relacionamento em sala de aula s\u00e3o presentes a cada minuto de trabalho, porque fazem parte da natureza b\u00e1sica do trabalho docente. Al\u00e9m disso, alguns aspectos do mundo moderno dificultam a tarefa da escola, por acrescentar-lhe outros aspectos negativos. N\u00e3o se pode negar a contamina\u00e7\u00e3o da crise geral da sociedade, numa escola nem sempre preparada para resolver tais problemas, como a droga e a viol\u00eancia. Outros aspectos sociais e econ\u00f4micos da classe profissional se encaixam nesta lista perversa.<br \/>Pois, se, no in\u00edcio do meu trabalho eu levantava o tema do conhecimento do corpo como primordial, em certo momento, tornou-se necess\u00e1rio que o conceito do estresse se fizesse presente, assim que ele come\u00e7ou a permear as preocupa\u00e7\u00f5es da sociedade em geral. A acomoda\u00e7\u00e3o a essa novidade ajudou em muito a realiza\u00e7\u00e3o do trabalho, que, agora, tinha um apelo que tamb\u00e9m era de import\u00e2ncia social.Os professores espelhavam essa necessidade coletiva e isso facilitava a aceita\u00e7\u00e3o do meu discurso e das pr\u00e1ticas que eu propunha.<br \/>Essa segunda etapa do trabalho, com um apelo na quest\u00e3o do estresse, tinha praticamente as mesmas inten\u00e7\u00f5es do trabalho inicial, mas eu as realizava atrav\u00e9s de outro caminho. Mesmo assim, percebia algumas recorrentes dificuldades, tais como a resist\u00eancia dos professores em rela\u00e7\u00e3o ao que se refere ao corpo, a dificuldade econ\u00f4mica dos estabelecimentos e o hor\u00e1rio de trabalho coletivo na escola, que, quando existente, \u00e9 mais normalmente empregado em tarefas de cunho cognitivo.<br \/>Com o passar do tempo, este trabalho acabou por desembocar no tema das rela\u00e7\u00f5es interpessoais do cen\u00e1rio de aula e, claro, no tema da \u2018disciplina\u2019. As trocas de experi\u00eancia ao final dos trabalhos se encaminhavam pouco a pouco para o cen\u00e1rio das rela\u00e7\u00f5es interpessoais, permeadas pelas quest\u00f5es da disciplina. Alunos rebeldes ou hiper-ativos, grupos dif\u00edceis, lideran\u00e7as negativas. Como lidar com isso tudo?<br \/>Premido pelas circunst\u00e2ncias adversas, o professor d\u00e1-se conta da utilidade de um trabalho corporal. Percebe que a maneira como lida com seu corpo e com o corpo da classe, pode aumentar ou minorar em muito o n\u00edvel de estresse di\u00e1rio a que est\u00e1 sujeito.Ele acaba chegando com facilidade \u00e0 compreens\u00e3o de que a classe, que apresenta caracter\u00edsticas pr\u00f3prias, tamb\u00e9m reage a a\u00e7\u00e3o de sua autoridade. \u00c9 com curiosidade que ele se apropria do conceito de que cada classe \u00e9 um organismo vivo, ou seja, um corpo com uma din\u00e2mica pr\u00f3pria que deve e pode ser lida e elaborada pelo docente na rela\u00e7\u00e3o. Essa informa\u00e7\u00e3o chega a lhe causar al\u00edvio, justificada se pensarmos que forma\u00e7\u00e3o do professor nem sempre lhe oferece respaldo eficiente nessas quest\u00f5es psicol\u00f3gicas.<br \/>Dessa forma, a din\u00e2mica das rela\u00e7\u00f5es interpessoais que ocorrem na sala de aula melhoram se o professor dirigir sua aten\u00e7\u00e3o a esse aspecto. E o trabalho corporal \u00e9 o recurso a ele oferecido para dar conta de tal empreitada.<br \/>N\u00e3o chega a ser totalmente novidade para o professor a import\u00e2ncia das rela\u00e7\u00f5es interpessoais na sala de aula. O que se coloca para ele, nesse momento, \u00e9 a amplia\u00e7\u00e3o de seus recursos ou um outro espa\u00e7o para elaborar esse tema.<br \/>A din\u00e2mica da sala de aula se organiza por meio de um trabalho de auto-regula\u00e7\u00e3o em que se colocam quest\u00f5es transferenciais. H\u00e1 v\u00ednculos impl\u00edcitos nas rela\u00e7\u00f5es entre professor e o \u2018corpo de alunos\u2019, ou classe. A compreens\u00e3o dessa din\u00e2mica e v\u00ednculos pode minorar os problemas de organiza\u00e7\u00e3o do trabalho docente, j\u00e1 que a \u2018disciplina\u2019 em sala de aula apresenta liga\u00e7\u00f5es com esses aspectos. O trabalho de consci\u00eancia corporal, que implica pensar e sentir o corpo, pode ajudar sobremaneira o professor na condu\u00e7\u00e3o do ritmo da aula aliviando e mesmo eliminando alguns sintomas de estresse seus e dos alunos, e propiciando clima adequado de relacionamento para a aprendizagem. Ou seja, o tema da disciplina da sala de aula &#8211; ou comportamentos adequados e inadequados \u2013 poder\u00e1 ser mais eficazmente elaborado se o professor dispuser de informa\u00e7\u00f5es a respeito de sua consci\u00eancia corporal e da id\u00e9ia do grupo de alunos como um \u2018corpo\u2019 com uma respira\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria. Paralelamente ao trabalho com sua respira\u00e7\u00e3o pessoal, desenvolvemos sua percep\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a respira\u00e7\u00e3o da classe.<br \/>Como podemos observar, aspectos educacionais e psicol\u00f3gicos est\u00e3o implicados na quest\u00e3o que procuramos descrever.<br \/>No aspecto educacional, talvez haja uma possibilidade para a percep\u00e7\u00e3o do corpo como um instrumento intermedi\u00e1rio, necess\u00e1rio no processo de aprendizagem humana, segundo a teoria de Vygotsky. Na abordagem psicol\u00f3gica, Wilhelm Reich e Alexander Lowen, nos oferecem a bagagem conceitual e pr\u00e1tica.<br \/>Em seguida, detemo-nos em alguns desses aspectos.<\/p>\n<p>B) IMPLICA\u00c7\u00d5ES TE\u00d3RICAS<br \/>V\u00e1rios educadores t\u00eam-se reportado \u00e0 quest\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es interpessoais e dos comportamentos inadequados em sala de aula. As varia\u00e7\u00f5es de abordagem n\u00e3o deferem num aspecto: a quest\u00e3o apresenta muitos aspectos e \u00e9 complexa em sua resolu\u00e7\u00e3o. Requer-se aten\u00e7\u00e3o cuidadosa em todos esses aspectos implicados no problema. S\u00e3o alguns deles, entre outros: a compet\u00eancia e a autoridade do professor, a adequa\u00e7\u00e3o dos conte\u00fados ao n\u00edvel da sala, a presen\u00e7a de alunos \u2018dif\u00edceis\u2019 ou de lideran\u00e7as negativas, o clima da escola.<br \/>A psicologia contempor\u00e2nea admite que as caracter\u00edsticas de cada indiv\u00edduo v\u00e3o sendo formadas a partir das in\u00fameras e constantes intera\u00e7\u00f5es do indiv\u00edduo com o meio, compreendido como contexto f\u00edsico e social, que inclui as dimens\u00f5es interpessoal e cultural. H\u00e1 trocas rec\u00edprocas do indiv\u00edduo com o meio, ao mesmo tempo em que ele internaliza as formas culturais, as transforma e interv\u00e9m no universo que o cerca. De que maneira esse indiv\u00edduo se forma como pessoa e autoridade e se defronta com a pessoa e a autoridade do outro s\u00e3o quest\u00f5es que se vivencia cotidianamente no cen\u00e1rio escolar. De que maneira o professor lida com essa quest\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o aos alunos e a si mesmo \u00e9 a mat\u00e9ria de nossa reflex\u00e3o.<br \/>Acreditamos ser poss\u00edvel estabelecer uma rela\u00e7\u00e3o entre a rela\u00e7\u00f5es interpessoais e a consci\u00eancia corporal de que o professor disp\u00f5e, como instrumento eficiente na condu\u00e7\u00e3o do processo que se desenvolve na escola.<br \/>Segundo Vygotsky , \u201cS\u00e3o os instrumentos t\u00e9cnicos e os sistemas de signos, constru\u00eddos historicamente, que fazem a media\u00e7\u00e3o dos seres humanos entre si e deles com o mundo.\u201d(1) Logo em seguida ele continua : \u201cEntende-se assim que a rela\u00e7\u00e3o do homem com o mundo n\u00e3o \u00e9 uma rela\u00e7\u00e3o direta, pois \u00e9 mediada por meios, que se constituem nas \u2018ferramentas auxiliares\u201dda atividade humana.\u201d(2) A postula\u00e7\u00e3o da intermedia\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria no processo de aprendizagem humana talvez abra uma possibilidade para a percep\u00e7\u00e3o do corpo como um desses instrumentos intermedi\u00e1rios. Isso ainda possibilita ao professor lidar com suas ansiedades, facilitando assim o andamento das rela\u00e7\u00f5es interpessoais na sala de aula.<br \/>Por outro lado, o desenvolvimento do trabalho corporal na Psicologia, iniciou-se com Wilhelm Reich, que viveu entre 1897 e 1957, e foi desenvolvido por Alexander Lowen, em seus in\u00fameros trabalhos publicados. Como mostra Albertini \u201cReich n\u00e3o foi um autor com atua\u00e7\u00e3o restrita aos limites de uma \u00fanica \u00e1rea do conhecimento. Sempre com a mesma atitude otimista e acreditando na possibilidade de maior felicidade humana, lutou em todas as frentes que de alguma forma pudesse contribuir para a realiza\u00e7\u00e3o desse objetivo. Uma dessas frentes foi a Educa\u00e7\u00e3o. \u201d(3)<br \/>Ele desenvolveu uma explica\u00e7\u00e3o do natureza humana em que o corpo tem uma rela\u00e7\u00e3o com o social e juntos desenham uma hist\u00f3ria. A ideologia social se desenha no corpo dos cidad\u00e3os. Com o processo de preven\u00e7\u00e3o das coura\u00e7as, indicado por ele, surge a esperan\u00e7a de um processo educacional que trabalhe as caracter\u00edsticas b\u00e1sicas do conflito entre as express\u00f5es emocionais inatas da crian\u00e7a e as caracter\u00edsticas pr\u00f3prias da estrutura mecanizada e do encoura\u00e7ado homem.<br \/>\u00c9 de Reich a inspira\u00e7\u00e3o pol\u00edtica para o trabalho do docente que aprende a interpretar a linguagem corporal das express\u00f5es emocionais suas e de seus alunos, todos afeitos ao meio social da escola e ao do mundo que os cerca. Em Lowen, buscamos, fundamentalmente, a busca do prazer, como princ\u00edpio b\u00e1sico de vida, que deve se infiltrar em todos os cantos de uma escola que contata com o mundo.<br \/>Dos dois, de Reich e de Lowen que nos vem a pr\u00e1tica de um trabalho pass\u00edvel de ser aplicado na escola, que dele muito necessita para o bom andamento do processo de ensino-aprendizagem, e que deve ter como ponto de partida a constitui\u00e7\u00e3o de um professor, capaz de ser eficiente mediador de todo o trabalho.<br \/>Seus conceitos de desencoura\u00e7amento, auto-regula\u00e7\u00e3o, carga e descarga\/tens\u00e3o-relaxamento, manuten\u00e7\u00e3o de fluxo energ\u00e9tico nos indicaram caminhos pr\u00e1ticos e serviram de fundamenta\u00e7\u00e3o te\u00f3rica ao trabalho que temos desenvolvido. O conceito de auto-regula\u00e7\u00e3o, essa capacidade espont\u00e2nea e visceral da pr\u00f3pria vida, apresenta uma forte rela\u00e7\u00e3o com o desenvolvimento daquilo que Vygotsky chama de \u2018capacidade de auto-governar-se \u2018, \u2018agir de modo deliberado e consciente\u2019. A respiracao, antes de tudo, tem sido nosso ponto de partida para a compreensao da import\u00e2ncia do movimento corporal. Temos percebido, que muitas vezes e tamb\u00e9m o ponto de chegada.<\/p>\n<p>PALAVRAS FINAIS<br \/>Acreditamos ser poss\u00edvel uma nova postura frente ao problema dos comportamentos humanos em sala de aula, desde que o professor tenha conhecimento das normas que vigem as rela\u00e7\u00f5es interpessoais, ou seja, a din\u00e2mica das emo\u00e7\u00f5es que se desenrolam na sala de aula. Como as emo\u00e7\u00f5es se manifestam fisicamente, o conhecimento do corpo e de seu funcionamento torna-se instrumento fundamental para atingir tal efici\u00eancia. A consci\u00eancia corporal, que implica pensar e sentir o corpo, pode ajudar sobremaneira o professor na condu\u00e7\u00e3o do ritmo da aula, percebendo a respira\u00e7\u00e3o e o ritmo da classe, aliviando e mesmo eliminando alguns sintomas de estresse seus e dos alunos, e propiciando clima adequado de relacionamento para a aprendizagem<br \/>Uma escola que tenha esse professor ter\u00e1 como caracter\u00edstica um clima em que a flexibilidade e alegria estar\u00e3o sempre presentes. Basta que o professor seja sens\u00edvel \u00e0 linguagem corporal sua e \u2018a do grupo de alunos com que se relaciona. Ele ser\u00e1 tamb\u00e9m um professor mais harmonioso e seus alunos poder\u00e3o ser mais espont\u00e2neos na rela\u00e7\u00e3o com a escola e o mundo. Uma escola mais prazerosa poder\u00e1 assim acontecer.<\/p>\n<p>Notas :<br \/>(1)REGO, Teresa Cristina. Vygotsky. Uma perspectiva hist\u00f3rico-cultural da educa\u00e7\u00e3o.Petr\u00f3polis: Edit. Vozes, 1995. p.42.<br \/>(2) ____________________. Id. Ibid., p. 42<br \/>(3) ALBERTINI, Paulo. Sobre algumas contribui\u00e7\u00f5es de Reich ao conhecimento humano. Revista Reichiana, 1998, n.\u00ba 7, p.43.<\/p>\n<p>BIBLIOGRAFIA :<br \/>ALBERTINI, Paulo. Sobre algumas contribui\u00e7\u00f5es de Reich ao conhecimento humano. Revista Reichiana, 1998, n.\u00ba 7.<br \/>LOWEN, Alexander. Bioenerg\u00e9tica. S\u00e3o Paulo : Summus editorial, 1982<br \/>MOTA, Maria Veranilda Soares. Introdu\u00e7\u00e3o ao pensamento de Wilhelm Reich e seus reflexos na educa\u00e7\u00e3o. Revista Reichiana, 1998, n.\u00ba 7.<br \/>REGO, Teresa Cristina \u2013 Vygotsky. Uma perspectiva hist\u00f3rico-cultural da educa\u00e7\u00e3o.Petr\u00f3polis: Edit. Vozes, 1995. p.42.<br \/>REICH, Wilhelm.An\u00e1lise do car\u00e1ter.S\u00e3o Paulo: Martins Fontes, 1989.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>17 &#8211; T\u00edtulo do trabalho CONSCI\u00caNCIA CORPORAL, ESCOLA E DISCIPLINA: REFLEX\u00d5ES Ana Maria Mendez Gonz\u00e1lezanagon@uol.com.br Comunica\u00e7\u00e3o verbal A) IMPLICA\u00c7\u00d5ES PR\u00c1TICASA percep\u00e7\u00e3o da import\u00e2ncia do trabalho corporal<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[19],"tags":[],"class_list":["post-103","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-congresso-2003"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/analisebioenergetica.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/103","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/analisebioenergetica.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/analisebioenergetica.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/analisebioenergetica.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/analisebioenergetica.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=103"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/analisebioenergetica.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/103\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/analisebioenergetica.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=103"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/analisebioenergetica.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=103"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/analisebioenergetica.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=103"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}